25 novembro, 2007

Usinas a carvão no sul de SC e no RS:

MANIFESTO PÚBLICO CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL



MANIFESTO PÚBLICO CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL



Usinas a carvão no sul de SC e no RS:
Uma poderosa teimosia na contramão da história.



OBS. Um brevíssimo olhar socioambiental sobre o uso de combustíveis fósseis numa das regiões mais poluídas do Brasil, retratando com a linguagem ambientalista da ONG Sócios da Natureza, que desde 1980 vêm lutando contra a poluição causada pela exploração do carvão mineral – o combustível fóssil mais poluente do planeta.






As imensas reservas de carvão mineral de alto teor de cinzas e baixo poder calorífico no sul do país fascinam mineradores, políticos e governantes brasileiros de uma forma intrigante, transformando-os em ferrenhos defensores do combustível fóssil mais poluente do planeta, responsável direto pelo desequilíbrio da camada de ozônio, causando o aquecimento global que resulta nas perigosas mudanças climáticas.

A região sul de Santa Catarina é considerada pelo Decreto Federal Nº. 85.206, desde 1980, como uma das mais poluídas do Brasil, causada pela famigerada atividade carbonífera, desde a brutal extração do minério fóssil até a poluente queima nas caldeiras da termelétrica Jorge Lacerda 856/MW – Tractebel / Suez em Capivari de Baixo/SC. Três bacias hidrográficas (Araranguá, Urussanga e Tubarão) estão com seus recursos hídricos comprometidos, em alguns pontos a acidez da água é tão baixa que o pH chega a 3, desembocando na APA da Baleia Franca. Por onde existe mineração o solo torna-se improdutivo e a vegetação é dizimada (se considerarmos as calhas dos rios, as áreas degradadas poderão ultrapassar 30 mil hectares), uma Reserva Biológica Estadual (Aguaí) e dois Parques Nacionais (Itaimbezinho e São Joaquim) estão comprometidos com a chuva ácida, além das milhares de toneladas de CO² lançadas na atmosfera desde a década de 60. Além do caótico cenário, existe a exploração dos trabalhadores mineiros, submetendo-os a uma espécie de escravidão ambiental, pois vivem debaixo da terra num ambiente insalubre e promíscuo, adquirindo a incurável pneumonoconiose, aposentando-se aos 15 anos de trabalho para exageradamente enriquecer os donos da minas e morrerem pobres. Uma verdadeira injustiça ambiental!

Uma sentença judicial em 2000 condenou à recuperação ambiental, algumas mineradoras, a União pela CSN na época estatal e o Estado de Santa Catarina pelo órgão licenciador / fiscalizador FATMA - que estranhamente conseguiu livrar-se da sentença. O MPF e a Justiça Federal têm prorrogado o prazo através de ajuste de condutas que não acabam mais. Uma outra ação condenou a Tractebel/Suez a elaborar um novo EIA-RIMA para a usina e a indenizar todas as pessoas vitimadas de doenças pulmonares na região.

Como sociedade civil organizada temos tentando acanhadamente mudar os corações e mentes dos que defendem a atividade carbonífera, mas sem muito sucesso, já que não temos nenhuma espécie de recurso para fortalecer a luta contra a poderosa degradação ambiental. Conseguimos mobilizar a criação dos Comitês de Bacias, chegando a ocupar a primeira presidência do Comitê do Araranguá, mas também pouco conseguimos avançar em termos práticos. Envolvemos-nos em mais de quinze missões de âmbito socioambiental na região e no estado, como também integramos a redes do GTEnergia e Clima do FBOMS. Divulgamos intensamente junto à sociedade civil, tanto urbana quanto rural, as vantagens das energias renováveis para a natureza e a qualidade de vida da população.

Com o advento do furacão Catarina em 2004, realizamos em parceria com a Associação de Municípios AMESC e apoio dos Amigos da Terra, o Primeiro Encontro sobre Fenômenos Naturais, Adversidades e Mudanças Climáticas da Região do Catarina com a presença de 700 pessoas, grande parte educadores e servidores municipais ligados ao meio ambiente. Na seqüência, com a coordenação do NatBrasil, realizamos várias oficinas temáticas para entidades dos municípios afetados pelo furacão.

Atualmente estamos lutando desesperadamente contra a instalação da USITESC 440/MW em Treviso/SC, nas encostas dos Aparados da Serra e a ameaça de mais duas usinas na região que assustadoramente foi em toda a imensa costa do Atlântico Sul ''escolhida'' pelo inédito furacão Catarina para causar pânico, destruição e mortes.


Sócios da Natureza
ONG Fundada em 1980.
(Prêmio Fritz Muller 1985)

’’ TRABALHANDO EXCLUSIVAMENTE DE FORMA VOLUNTÁRIA
E,
SEMPRE BUSCANDO OBJETIVOS DE INTERESSE COLETIVO ’’

Av. XV de Novembro Nº. 1585, sala 01 – CEP 88900 000 – Araranguá – SC
Fone: 48 - 99850053 / 3522 1818 Fax: 3522-0709 E-mail: sociosnatureza@contato.net Site em construção www.sociosdanatureza.org


OBS. Um brevíssimo olhar socioambiental sobre o uso de combustíveis fósseis numa das regiões mais poluídas do Brasil, retratando com a linguagem ambientalista da ONG Sócios da Natureza, que desde 1980 vêm lutando contra a poluição causada pela exploração do carvão mineral – o combustível fóssil mais poluente do planeta.






As imensas reservas de carvão mineral de alto teor de cinzas e baixo poder calorífico no sul do país fascinam mineradores, políticos e governantes brasileiros de uma forma intrigante, transformando-os em ferrenhos defensores do combustível fóssil mais poluente do planeta, responsável direto pelo desequilíbrio da camada de ozônio, causando o aquecimento global que resulta nas perigosas mudanças climáticas.

A região sul de Santa Catarina é considerada pelo Decreto Federal Nº. 85.206, desde 1980, como uma das mais poluídas do Brasil, causada pela famigerada atividade carbonífera, desde a brutal extração do minério fóssil até a poluente queima nas caldeiras da termelétrica Jorge Lacerda 856/MW – Tractebel / Suez em Capivari de Baixo/SC. Três bacias hidrográficas (Araranguá, Urussanga e Tubarão) estão com seus recursos hídricos comprometidos, em alguns pontos a acidez da água é tão baixa que o pH chega a 3, desembocando na APA da Baleia Franca. Por onde existe mineração o solo torna-se improdutivo e a vegetação é dizimada (se considerarmos as calhas dos rios, as áreas degradadas poderão ultrapassar 30 mil hectares), uma Reserva Biológica Estadual (Aguaí) e dois Parques Nacionais (Itaimbezinho e São Joaquim) estão comprometidos com a chuva ácida, além das milhares de toneladas de CO² lançadas na atmosfera desde a década de 60. Além do caótico cenário, existe a exploração dos trabalhadores mineiros, submetendo-os a uma espécie de escravidão ambiental, pois vivem debaixo da terra num ambiente insalubre e promíscuo, adquirindo a incurável pneumonoconiose, aposentando-se aos 15 anos de trabalho para exageradamente enriquecer os donos da minas e morrerem pobres. Uma verdadeira injustiça ambiental!

Uma sentença judicial em 2000 condenou à recuperação ambiental, algumas mineradoras, a União pela CSN na época estatal e o Estado de Santa Catarina pelo órgão licenciador / fiscalizador FATMA - que estranhamente conseguiu livrar-se da sentença. O MPF e a Justiça Federal têm prorrogado o prazo através de ajuste de condutas que não acabam mais. Uma outra ação condenou a Tractebel/Suez a elaborar um novo EIA-RIMA para a usina e a indenizar todas as pessoas vitimadas de doenças pulmonares na região.

Como sociedade civil organizada temos tentando acanhadamente mudar os corações e mentes dos que defendem a atividade carbonífera, mas sem muito sucesso, já que não temos nenhuma espécie de recurso para fortalecer a luta contra a poderosa degradação ambiental. Conseguimos mobilizar a criação dos Comitês de Bacias, chegando a ocupar a primeira presidência do Comitê do Araranguá, mas também pouco conseguimos avançar em termos práticos. Envolvemos-nos em mais de quinze missões de âmbito socioambiental na região e no estado, como também integramos a redes do GTEnergia e Clima do FBOMS. Divulgamos intensamente junto à sociedade civil, tanto urbana quanto rural, as vantagens das energias renováveis para a natureza e a qualidade de vida da população.

Com o advento do furacão Catarina em 2004, realizamos em parceria com a Associação de Municípios AMESC e apoio dos Amigos da Terra, o Primeiro Encontro sobre Fenômenos Naturais, Adversidades e Mudanças Climáticas da Região do Catarina com a presença de 700 pessoas, grande parte educadores e servidores municipais ligados ao meio ambiente. Na seqüência, com a coordenação do NatBrasil, realizamos várias oficinas temáticas para entidades dos municípios afetados pelo furacão.

Atualmente estamos lutando desesperadamente contra a instalação da USITESC 440/MW em Treviso/SC, nas encostas dos Aparados da Serra e a ameaça de mais duas usinas na região que assustadoramente foi em toda a imensa costa do Atlântico Sul ''escolhida'' pelo inédito furacão Catarina para causar pânico, destruição e mortes.


Sócios da Natureza
ONG Fundada em 1980.
(Prêmio Fritz Muller 1985)

’’ TRABALHANDO EXCLUSIVAMENTE DE FORMA VOLUNTÁRIA
E,
SEMPRE BUSCANDO OBJETIVOS DE INTERESSE COLETIVO ’’

Av. XV de Novembro Nº. 1585, sala 01 – CEP 88900 000 – Araranguá – SC
Fone: 48 - 99850053 / 3522 1818 Fax: 3522-0709 E-mail: sociosnatureza@contato.net Site em construção www.sociosdanatureza.org



Usinas a carvão no sul de SC e no RS:
Uma poderosa teimosia na contramão da história.



OBS. Um brevíssimo olhar socioambiental sobre o uso de combustíveis fósseis numa das regiões mais poluídas do Brasil, retratando com a linguagem ambientalista da ONG Sócios da Natureza, que desde 1980 vêm lutando contra a poluição causada pela exploração do carvão mineral – o combustível fóssil mais poluente do planeta.






As imensas reservas de carvão mineral de alto teor de cinzas e baixo poder calorífico no sul do país fascinam mineradores, políticos e governantes brasileiros de uma forma intrigante, transformando-os em ferrenhos defensores do combustível fóssil mais poluente do planeta, responsável direto pelo desequilíbrio da camada de ozônio, causando o aquecimento global que resulta nas perigosas mudanças climáticas.

A região sul de Santa Catarina é considerada pelo Decreto Federal Nº. 85.206, desde 1980, como uma das mais poluídas do Brasil, causada pela famigerada atividade carbonífera, desde a brutal extração do minério fóssil até a poluente queima nas caldeiras da termelétrica Jorge Lacerda 856/MW – Tractebel / Suez em Capivari de Baixo/SC. Três bacias hidrográficas (Araranguá, Urussanga e Tubarão) estão com seus recursos hídricos comprometidos, em alguns pontos a acidez da água é tão baixa que o pH chega a 3, desembocando na APA da Baleia Franca. Por onde existe mineração o solo torna-se improdutivo e a vegetação é dizimada (se considerarmos as calhas dos rios, as áreas degradadas poderão ultrapassar 30 mil hectares), uma Reserva Biológica Estadual (Aguaí) e dois Parques Nacionais (Itaimbezinho e São Joaquim) estão comprometidos com a chuva ácida, além das milhares de toneladas de CO² lançadas na atmosfera desde a década de 60. Além do caótico cenário, existe a exploração dos trabalhadores mineiros, submetendo-os a uma espécie de escravidão ambiental, pois vivem debaixo da terra num ambiente insalubre e promíscuo, adquirindo a incurável pneumonoconiose, aposentando-se aos 15 anos de trabalho para exageradamente enriquecer os donos da minas e morrerem pobres. Uma verdadeira injustiça ambiental!

Uma sentença judicial em 2000 condenou à recuperação ambiental, algumas mineradoras, a União pela CSN na época estatal e o Estado de Santa Catarina pelo órgão licenciador / fiscalizador FATMA - que estranhamente conseguiu livrar-se da sentença. O MPF e a Justiça Federal têm prorrogado o prazo através de ajuste de condutas que não acabam mais. Uma outra ação condenou a Tractebel/Suez a elaborar um novo EIA-RIMA para a usina e a indenizar todas as pessoas vitimadas de doenças pulmonares na região.

Como sociedade civil organizada temos tentando acanhadamente mudar os corações e mentes dos que defendem a atividade carbonífera, mas sem muito sucesso, já que não temos nenhuma espécie de recurso para fortalecer a luta contra a poderosa degradação ambiental. Conseguimos mobilizar a criação dos Comitês de Bacias, chegando a ocupar a primeira presidência do Comitê do Araranguá, mas também pouco conseguimos avançar em termos práticos. Envolvemos-nos em mais de quinze missões de âmbito socioambiental na região e no estado, como também integramos a redes do GTEnergia e Clima do FBOMS. Divulgamos intensamente junto à sociedade civil, tanto urbana quanto rural, as vantagens das energias renováveis para a natureza e a qualidade de vida da população.

Com o advento do furacão Catarina em 2004, realizamos em parceria com a Associação de Municípios AMESC e apoio dos Amigos da Terra, o Primeiro Encontro sobre Fenômenos Naturais, Adversidades e Mudanças Climáticas da Região do Catarina com a presença de 700 pessoas, grande parte educadores e servidores municipais ligados ao meio ambiente. Na seqüência, com a coordenação do NatBrasil, realizamos várias oficinas temáticas para entidades dos municípios afetados pelo furacão.

Atualmente estamos lutando desesperadamente contra a instalação da USITESC 440/MW em Treviso/SC, nas encostas dos Aparados da Serra e a ameaça de mais duas usinas na região que assustadoramente foi em toda a imensa costa do Atlântico Sul ''escolhida'' pelo inédito furacão Catarina para causar pânico, destruição e mortes.


Sócios da Natureza
ONG Fundada em 1980.
(Prêmio Fritz Muller 1985)

’’ TRABALHANDO EXCLUSIVAMENTE DE FORMA VOLUNTÁRIA
E,
SEMPRE BUSCANDO OBJETIVOS DE INTERESSE COLETIVO ’’

Av. XV de Novembro Nº. 1585, sala 01 – CEP 88900 000 – Araranguá – SC
Fone: 48 - 99850053 / 3522 1818 Fax: 3522-0709 E-mail: sociosnatureza@contato.net Site em construção www.sociosdanatureza.org
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