21 fevereiro, 2019

Este não é o meu presidente, não apenas porque não votei nele, mas pelos sinais de despreparo e por não saber governar...




Hipoteticamente falando até aceitaria o carioca ‘eterno’ deputado Jair Messias Bolsonaro como Presidente da República, mesmo discordando de tudo que é como político e por suas ideias, ações, neuras preconceituosas e discriminatórias às minorias sociais, pelas insistentes declarações de ódio aos universais Direitos Humanos. Além da condição de ser adepto e fã da tortura, da caça e, ser contra o meio ambiente, portanto um ecoburro e neofascista! Se continuar a defini-lo como político, com uma trajetória pífia e cheia de encrencas seria material suficiente para um volumoso livro, que certamente já deve estar sendo escrito pela figura política mais polêmica deste início de século!

Aceitaria sob criteriosas condições, se tivesse ‘mudado’ a postura e perfil ao assumir o mais alto cargo do país. Aceitaria se tivesse formado um ministério sem reacionários, loucos e malucas. Aceitaria se tivesse apresentado um resumo do seu Plano de Governo durante 30 minutos em cadeia de rádio e televisão. Aceitaria se na semana seguinte convocasse a imprensa qualificada para uma espécie de debate sobre as propostas do Plano de Governo. Aceitaria se desse início a uma profunda ‘reforma política’ neste país. Aceitaria se sinalizasse a implantação de políticas públicas inovadoras de governo e de estado, com prioridade para a Educação. Aceitaria se não tivesse tomado nenhuma atitude em relação as políticas internacionais. Aceitaria se determinasse a imediata investigação sobre qualquer denúncia relacionadas com os novos cargos do seu governo, incluindo outros rolos e falcatruas intensamente divulgados pela mídia. 

E por final aceitaria se mantivesse os filhos fora da esfera do núcleo do poder da presidência da República. Assim fosse, mesmo não compactuando com sua posição política autoritária e ultradireita, declaro aqui como cidadão brasileiro, nestas condições eu o respeitaria por estar ocupando o cargo de presidente do meu glorioso Brasil! Como ainda não é proibido pensar, eu exercito este direito constitucional. Que pena que seja assim, que pena que o MP, a PF, a Justiça Federal e STF nada façam para controlar o caos já instalado no Planalto! 

Que pena que a grande parte da população seja a que mais é prejudicada com estas aventuras e desventuras da politicagem brasileira!!!

10 fevereiro, 2019

CONTORNO BR-101 EM PALHOÇA ESTÁ COMPLICADO, JÁ EM ARARANGUÁ FOI ASSIM...:











Oportunamente registramos que em Araranguá, no sul do estado, a partir de 1998, iniciamos como integrantes da sociedade civil, um movimento para retirar a duplicação do traçado original da rodovia BR-101, que passaria por dentro do perímetro urbano. Fomos intensamente criticados e ameaçados! 
A primeira reação contrária foi dos técnicos do DNIT/MT, da associação de empresários, dos políticos, desde o prefeito Menegalli, vereadores, deputados, governador Amin e do ministro dos transportes Eliseu Padilha, junto com o superintendente Ribas do DNIT/DNER.
O ministro por várias ocasiões, via mídia, ironizou o movimento pró-Araranguá, formado por 49 entidades representativas dos segmentos da sociedade civil e ofendeu a ONG Sócios da Natureza, pelo fato de acreditarmos na então proposta do contorno/desvio de Araranguá como a alternativa para reduzir e eliminar uma série de transtornos, como tráfego pesado, segregação social e comercial, insegurança p pedestres e usuários, poluição sonora, enchentes na pista... 
Dois anos depois em 2000, quando estávamos sem mais perspectivas em decorrência do intenso poder político e de algumas empresas localizadas às margens da rodovia, enviamos um e-mail a sede do BID, em Washington, pois o banco na época seria o então financiador da obra em parceria com banco japonês. 
Algum tempo depois responderam solicitando um resumo do conflito e seis meses depois uma Missão de Acompanhamento (BID e JBIC – Banco Japonês) veio até Araranguá para verificar ‘in loco’ a questão. 
Perceberam a sensatez, a lógica e a legitimidade do movimento que dois dias depois, antes de embarcar no RJ/EUA, um assessor do MT ligou apontando a real possibilidade de concordarem e, então, solicitaram ao DNIT/MT um projeto do ‘traçado alternativo à Oeste de Município de Araranguá’, popularmente denominado de ‘Desvio pela Vida’. A imagem em anexo fala por si...!!!
tadêu santos

OBS. Mais informações clic no link: http://www.faed.udesc.br/arquivos/id_submenu/482/daniel_alves_b.pdf





http://www.faed.udesc.br/arquivos/id_submenu/482/daniel_alves_b.pdf