30 agosto, 2026

Post de Leila Cordeiro Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Leila Cordeiro o͏r͏o͏e͏n͏S͏t͏d͏s͏p͏ d͏ a͏ :͏ u͏ s͏ 7͏7͏i͏i͏i͏g͏h͏ g͏ 1͏ 8͏ t͏ 2͏ 3͏ l͏ 0͏ 1͏9͏5͏7͏ ͏ g͏7͏ o͏ s͏ 7͏ ͏ c͏h͏ 8͏ f͏m͏ ͏ 0͏ e͏ 8͏ 2͏ 6͏ a͏ m͏ o͏ 5͏ à͏ a͏2͏ ͏ · Apesar De Você · Chico Buarque, MPB4, Quarteto Em Cy · Hoje, este texto está sensível. Profundo. Reflexivo e, acima de tudo, muito sincero. A entrevista de Lula à Globo trouxe de volta muitas lembranças. Nós o conhecemos quando ainda era líder sindical, na época em que morávamos em São Paulo e ele começava sua trajetória política. Desde então, suas ideias e convicções sempre estiveram voltadas para a justiça social, a soberania do Brasil e a urgência de atender, por meio de políticas públicas, às necessidades básicas da população mais carente. Sem precisar repetir tudo o que o mundo já sabe, Lula deu ontem uma aula de democracia, respeito à política e compromisso com o povo brasileiro. Renata Vasconcellos e César Tralli, que haviam sido assertivos nas entrevistas com os três primeiros candidatos, abordando assuntos pertinentes, pareceram completamente perdidos diante dele. Foi uma entrevista visivelmente tendenciosa, conduzida muito mais com a intenção de constrangê-lo e fazê-lo cair em alguma armadilha do que de esclarecer a população. Enquanto insistiam em perguntas que poderiam produzir uma frase condenatória, deixaram de aprofundar um dos temas mais importantes do momento: o tarifaço e a maneira como o Brasil enfrentará essa questão daqui para a frente, especialmente agora que Lula já foi procurado por Washington para uma nova negociação. E aqui não se trata de ser de direita ou de esquerda. Não se trata sequer de ser a favor ou contra Lula. Trata-se de reconhecer que estamos diante de um verdadeiro presidente — alguém que coloca seu país, sua soberania e os interesses de seu povo acima de qualquer pressão estrangeira. Também não adianta que os haters enfurecidos venham até aqui destilar seu ódio contra a realidade, refugiados no metaverso de absurdos que criaram. Tampouco aceito o argumento de que não posso opinar ou defender meu país porque vivo fora dele. Curiosamente, muitos dos que repetem esse discurso também vieram para os Estados Unidos — alguns não para construir pontes, mas para conspirar contra o próprio Brasil e destruir sua imagem em nome de interesses particulares e de uma ideologia reacionária. Ontem, Lula foi Lula. Com serenidade, experiência e firmeza, deixou seus adversários presos aos mesmos chavões empoeirados, aos mesmos preconceitos e às mesmas acusações que o tempo já fez caducar. Podem amá-lo ou odiá-lo. Podem concordar ou discordar dele. Mas há algo que nem o ódio, nem as narrativas fabricadas, nem as armadilhas conseguem apagar: Lula é simplesmente Lula. Apesar de você… ( 🦋 © Leila Cordeiro – Todos os direitos reservados)
Uma postagem no Facebook e Instagram sobre o prefeito de Araranguá SC, César Cesa MDB, a respeito da ''excelente administração municipal'' de Araranguá SC, considerada a prefeitura que mais obras publicas realizou de interesse do coletivo, me levou a publicar uma saudosa nota como lembrança do meu falecido pai Alberto Santos, que teve uma breve passagem pela Praia Grande SC, a cidade dos Cânions, no extremo sul de Santa Catarina. Alberto Santos morreu com 49 anos, portanto faz 53 anos de seu trágico falecimento de um câncer no intestino grosso em 01 de fevereiro de 1973 e a 'infeliz forma de morte', da minha mãe Odeth S Santos no mesmo ano. Vale fazer uma simbólica abordagem acerca de algo inexplicável ocorrido com a repentina, incurável e lamentável tragédia que ainda hoje recordamos pesarosos várias situações desconfortáveis que nos abalaram intensamente, seja pela falta dos pais, seja pelo sonho acabado, que ao recordar durante este meio século nos entristece, ainda que de forma reconfortante... A dor de tristeza deve ter sido horrível para o pai e a mãe, tanto que uma ansiedade deve ter sido a razão da morte ocorrer no Hospital de Caridade estando o mesmo em coma, porém morreu no dia que o seu indicado tomou posse como prefeito no Paço Municipal. Esta sincronia de datas é um tanto assustadora, mesmo pta mim que sou materialista ateu, que acredita na seleção das espécies darwiniana... OBS. O prestígio político popular do meu pai Alberto Santos, fez com que fosse dado seun nome p uma rua central da praça de Praia Grande. OBS. Recebecemos em casa no dia seguinte a visita do dep estadual Afonso Guizzo, do seu filho médico Martinho Guizzo (q também teve mandato parlamentar) de Araranguá e do deputado federal Ademar Guizzi de Tubarão. Nunca fui FILIADO à PARTIDO POLÍTICO, PORÉM sou de ESQUERDA IDEOLÓGICA, desde quando o pMDB foi criado durante a DITADURA MILITAR, no qual meu falecido pai Alberto Santos, na época Presidente da Câmara de Vereadores., conseguiu brilhantemente articular "Candidatura Única" para a Prefeitura de Praia Grande SC. A sábia e sensata ARTICULAÇÃO POLÍTICA envolvia a Arena e pMDB, mas infelizmente faleceu em 1973 e, antes, indicou o substituto Garibaldino Pinto, com Augusto Destro que seria seu vice! O fato em si foi de intensa dramaticidade para toda familia dos Pordêncios e dos Silva Damas, pelo fato de encerrar uma carreira, que prometia significativos avanços para o Município de Praia Grande.